31 de julho de 2017

Igrejas são proibidas de ensinar a Bíblia para crianças na China

Atividades como as Escolas Bíblicas serão proibidas em uma província chinesa, após autoridades do Partido Comunista emitirem uma ordem oficial

Igrejas são proibidas de ensinar a Bíblia para crianças na ChinaEm um esforço para conter o crescimento do cristianismo na China, oficiais do Partido Comunista na província de Zhejiang, emitiram ordens para fechar as escolas dominicais e proibir as crianças de irem a eventos cristãos infantis, como as Escolas Bíblicas de Férias.
"Há um bom tempo, adolescentes e estudantes não têm permissão para participar de atividades bíblicas", disse um cristão local chamado Zhang à organização de apoio à Igreja Perseguida 'China Aid', fazendo referência a uma lei chinesa que busca controlar o crescimento da fé cristã entre as crianças.
"No entanto, a Igreja das Três Autonomias [única denominação autorizada pelo governo] e as igrejas domésticas [clandestinas] pretendem continuar realizando os eventos bíblicos de férias durante o verão. O governo então enfatizou que até mesmo os ensinos eventuais seriam vetados. A principal intenção do governo, é fechar as escolas dominicais. "
Pouco tempo atrás, o Comitê Patriótico Provincial das Três Autonomias de Henan e o Conselho Provincial de Henan, na China, proferiram um pedido que impedia as igrejas de organizarem acampamentos de verão para menores de idade e estudantes, citando as "altas temperaturas" como um possível "risco para a saúde".
Um cristão de Henan disse que esses acampamentos cristãos geralmente foram permitidos em verões anteriores, e o governo originalmente só interferiria se eles tivessem recebido uma denúncia sobre o evento.
"O governo está tentando controlar a religião", disse Zhang à saída. "Durante os tempos do presidente chinês, Jiang Zemin e Hu Jintao, o governo era tolerante com relação à pregação do Evangelho e o trabalho missionário. Depois que Xi Jinping entrou no poder, a repressão sobre as religiões se fortaleceu".
A China ocupa o 39º lugar na lista dos 50 países da registrados pela Missão Portas Abertas, como os lugares onde os cristãos mais sofrem repressão. Durante o ano passado, o presidente Xi Jinping ordenou que o Partido Comunista "traga sob a tradição chinesa" as minorias étnicas e religiosas do país em esforços para combater o "extremismo" religioso. As autoridades acreditam que o cristianismo, cujos seguidores são considerados concorrentes em número dos 85 milhões de membros do Partido Comunista, "representa uma grande ameaça" para a sua estabilidade a longo prazo.
Repressão crescente
Como relatado anteriormente, as autoridades chinesas alertaram os pais cristãos de que, se eles continuassem levando seus filhos para igrejas não aprovadas pelo governo, seus filhos seriam impedidos de ingressar na faculdade ou servir nas forças armadas, enfrentando penalizações em ações legais. O governo autorizou o funcionamento da denominação protestante, chamada 'Movimento Patriótico das Três Autonomias', mas proíbe especificamente seus membros de promover a "lavagem cerebral" em adolescentes, com "crenças religiosas".
Apesar da contínua perseguição dos cristãos na China, o Evangelho continua a se espalhar em proporções cada vez maiores. Exemplo disso é o número crescente de pais que estão "implorando" aos professores que ensinem a seus filhos sobre Jesus.
Falando à CBN News, Sean Elgut, o pesquisador e diretor da universidade cristã 'Veritas', na Virginia (EUA), revelou que as escolas cristãs estão em alta na China. Enquanto muitos chineses são ateus ou budistas, a maioria dos pais está aberta ao cristianismo, e alguns até incentivam seus filhos a aprenderem tudo o que podem sobre Cristo.
"Os pais chineses começam a perceber que a educação cristã está além dos livros didáticos. Os pais querem que seus filhos vivam com fé. Eles nos imploram para ensiná-los sobre Jesus", disse Elgut.
Além de ensinar valores cristãos, os professores passam tempo de qualidade com os estudantes na esperança de levá-los a Cristo.
"O tempo é importante. Queremos passar mais tempo com eles, assim como Jesus fez com seus discípulos. Ele investiou tempo com eles e os ensinou", Disse Sean.

Policiais são proibidos de exibir versículos da Bíblia, após queixa de ateus nos EUA

Ateus se queixaram por verem uma placa com o trecho de Romanos 8:31 exposta do departamento policial

Policiais são proibidos de exibir versículos da Bíblia, após queixa de ateus nos EUAUm versículo bíblico que era exposto na sede da polícia de Tennessee, nos Estados Unidos, será retirado após a queixa de uma organização formada por ateus.
Membros da Fundação Freedom From Religion (Livres de Religião, em tradução livre) apresentaram uma queixa em fevereiro sobre a placa exibida pelo Departamento de Polícia da cidade de Knoxville.
Pendurada numa parede por funcionários, a placa cita Romanos 8:31, que diz: “Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
Em uma coletiva de imprensa na última quarta-feira (26), o chefe de polícia de Knoxville, David Rausch, disse que a placa seria movida para uma nova “sala de inspirações” que será criada pelo departamento. Ela será exibida ao lado de outras citações inspiradoras, versículos religiosos e provérbios.
De acordo com o presidente da organização ateísta, Aleta Ledendecker, o departamento de polícia está promovendo o cristianismo sobre outras religiões.
“O versículo foi removido para que todos os que entram na delegacia de polícia possam se sentir igualmente tratados”, disse Ledendecker em uma carta de fevereiro direcionada ao chefe da polícia da cidade.
No tribunal, o prefeito Madeline Rogero poderia ter defendido a permanência da placa no departamento policial. No entanto, o diretor legislativo da cidade de Knoxville, Charles Swanson, concordou com a posição do prefeito de não gastar dinheiro para financiar essa defesa.
“Nós não governamos de acordo com os ditames de nossas crenças. Nós governamos, em primeiro lugar, sob a autoridade da Constituição dos Estados Unidos e da Constituição do Estado do Tennessee”, disse Rogero na coletiva de imprensa.

Terroristas interrogam e matam cristãos de porta em porta no Quênia

Grupo terrorista da Somália, Al-Shabab, passou nas casas de diversas aldeias do Quênia, buscando identificar e assassinar os cristãos

Terroristas interrogam e matam cristãos de porta em porta no QuêniaO grupo terrorista al-Shabab, que tem sua base principal na Somalia, matou sete cristãos em uma série de incursões mortais no Quênia, no início deste mês, com seus terroristas passarando de porta em porta nas aldeias, à procura de seguidores de Jesus para serem executados.
O grupo de vigilância e apoio à Igreja Perseguida 'International Christian Concern' (ICC) informou na segunda-feira que sete cristãos foram vítimas das incursões realizadas pelo al-Shabaab entre os dias 5 e 8 de julho, quando os militantes atacaram as aldeias de Pandanguo, Jima e Poromoko.
Relatórios anteriores observaram que os militantes decapitaram nove civis em Jima, no condado de Lamu, na busca de não-muçulmanos, embora mais informações ainda possam ser divulgadas sobre as vítimas.
A 'ICC' confirmou os nomes dos cristãos mortos: Said Mbigo, Matei Mlatia, Peter Mburu, Teresio Munyi, Mwangangi Muneni, Katana Karisa Chai e Musyoka Maithya.
Um pastor local também confirmou a informação de que os radicais têm procurado cristãos para matar.
"Os terroristas têm visado os cristãos que vivem no condado de Lamu, especialmente os agricultores nas áreas interiores onde a agricultura em pequena escala tem prosperado", disse o pastor Henry Divayo, líder da igreja na cidade de Witu.
"[Os terroristas de Jima] estavam pedindo aos aldeões para apresentarem seus documentos de identificação e quem fosse cristão, seria executado", acrescentou.
Segundo Divayo "as vítimas foram evacuadas para acampamentos onde alimentos e segurança são fornecidos pelo governo e pela Cruz Vermelha do Quênia".
O pastor contou que sua igreja já hospeda mais de 200 pessoas, mas que este número ainda deve aumentar, já que mais famílias podem ser evacuadas da Floresta Boni
O pastor exigiu que o governo queniano preste mais ajuda em termos de equipar a polícia para proteger igrejas, escolas e hospitais.
O massacre no início deste mês segue uma série de outros ataques que o Al-Shabaab realizou contra os cristãos no Quênia nos últimos anos. O ataque mais mortal foi o massacre na Universidade de Garissa em abril de 2015, no qual quase 150 estudantes, a maioria deles cristãos, foram mortos.
Os militares dos EUA continuam a realizar ataques aéreos contra as bases do al-Shabaab na Somália e o presidente Trump recentemente autorizou operações expandidas em uma tentativa de erradicar o grupo terrorista.
Em resposta, os radicais se dirigiram ao presidente dos Estados Unidos em um vídeo recém-lançado, chamando-o de "bilionário sem cérebro".

Meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam na Nigéria

Segundo Portas Abertas, o país é o 12º na Classificação a Perseguição Religiosa 2017

Meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam na NigériaSegundo a África News, 42 das primeiras 56 meninas do Chibok que escaparam do cativeiro do Boko Haram, na Nigéria, se formaram nesta terça-feira, 25. Elas receberam auxílio do governo do Estado de Borno e de uma organização humanitária sem fins lucrativos para frequentar duas escolas privadas: a Academia Cristã Internacional Betel para estudantes cristãos e a Escola Secundária de Ciências Ulul-Albab para estudantes muçulmanos nos Estados de Katsina e Plateau.
O governador Kashim Shettima participou da cerimônia de graduação. As meninas foram sequestradas em 14 de abril de 2014 pelo grupo militante Boko Haram na Escola Secundária em Chibok durante um exame final. Ao que tudo indica, elas escaparam durante ou logo após o sequestro.
O Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas pediu na segunda-feira, 24, ao governo nigeriano que intensifique os esforços e resgate todas as mulheres e meninas sequestradas pelo Boko Haram, Além disso, garanta que elas retornem à escola. O governo lamentou o fato de não ter tido mais libertações. As negociações entre ele e o Boko Haram ainda estão em andamento dois meses depois que 82 das meninas foram libertadas.
Pedidos de Oração
- Louve a Deus por essa conquista das 42 meninas que enfrentaram a experiência de um sequestro.
- Continue orando pela graça do Senhor para as meninas libertadas e suas famílias.
- Peça por um avanço nas negociações por aquelas que ainda estão em cativeiro e pela contínua provisão e encorajamento do Senhor, onde quer que elas estejam.

Igrejas relatam avivamento em um dos países mais ateístas do mundo

Centenas de muçulmanos estão abandonando sua religião para abraçar a fé cristã, de acordo com relatos da igreja local

Igrejas relatam avivamento em um dos países mais ateístas do mundoUm dos países mais ateus do mundo está vendo uma mudança de cenário na sociedade. É que igrejas da Finlândia estão relatando um verdadeiro “dilúvio” de conversões do islã para o cristianismo. São centenas de muçulmanos, vindos do Oriente Médio que estão abraçando Jesus, de acordo com membros da comunidade evangélica local.
Os templos evangélicos luteranos começaram a estabelecer aulas bíblicas para imigrantes muçulmanos que querem se tornar cristãos. O número exato sobre os recentes convertidos não estão disponíveis, uma vez que esses registros não são divulgados. Apesar disso, há estimativas que sugerem centenas nos últimos anos dentro da Igreja Evangélica Luterana finlandesa, de acordo com a fonte de notícias Yle Uutiset.
Os relatos falam sobre conversões de pessoas do Afeganistão, Irã e Iraque. Homens estão se inscrevendo nas aulas sobre a fé cristã no centro de Tainionkoski, em Imatra, na Finlândia oriental. Os alunos aprendem sobre o Novo Testamento na língua Dari, variedade falada no Afeganistão. Um intérprete Dari também está disponível no Skype para dar suporte em inglês.
Movimento que divide
"Ainda não fui batizado, mas estou ansioso para isso e tenho certeza de que vou ser um bom cristão", disse Aliraza Hussaini, um dos convertidos. A conversão do islamismo para a fé cristã é um movimento que divide, pois essas pessoas passam a não ser aceitas por muitas famílias muçulmanas tradicionais. Alguns dizem que após a conversão, passam a ser vistos como "infiéis" pelos familiares em seus países de origem.
"Eu não entro em contato com minha família no Afeganistão há muito tempo. Se descobrirem que eu me converti, isso significaria um problema para mim", disse outro convertido, Golamir Hossaini. Muitos dos estudantes que se matriculam nas aulas bíblicas apontaram a desilusão com a fé islâmica como motivo para procurar uma nova religião e dizem que provavelmente nunca voltarão para o Afeganistão.

Descendentes dos cananeus bíblicos ainda vivem no Líbano, dizem cientistas

Libaneses atuais são provavelmente descendentes diretos dos cananeus, segundo geneticistas

Descendentes dos cananeus bíblicos ainda vivem no Líbano, dizem cientistasOs descendentes dos cananeus bíblicos ainda vivem no Líbano, de acordo com um novo estudo genético publicado pelo periódico científico American Journal of Human Genetics.
Os cientistas extraíram o DNA dos restos mortais de cinco pessoas encontrados na antiga cidade cananita de Sídon. Os cadáveres datados há cerca de 3.700 deram sequência seu genoma.
Os genomas antigos foram comparados com 99 libaneses que hoje vivem na região e descobriram que 90% herdam a composição genética de seus antigos ancestrais.
Os libaneses modernos são “provavelmente descendentes diretos dos cananeus”, disse o Dr. Marc Haber, do Instituto Wellcome Trust Sanger, de acordo com o Independent .
“Mas além disso, eles têm uma pequena proporção de ascendência euro-asiática que pode ter chegado através de conquistas por populações distantes, como os assírios, persas ou macedônios”, acrescentou.
As referências na Bíblia sobre a população cananéia mostram que a expulsão e morte desse povo poderia ter implicado em seu desaparecimento da região.
Em Deuteronômio 20: 16-18, a Bíblia mostra que os israelitas foram orientados por Deus a destruir totalmente os hititas, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.
“Se não, eles os ensinarão a praticar todas as coisas repugnantes que eles fazem quando adoram os seus deuses, e vocês pecarão contra o Senhor, contra o seu Deus”, justifica o trecho bíblico.
No entanto, outros trechos do Antigo Testamento, como em Juízes 1:19, comprovam que este comando não foi cumprido e muitos cananeus sobreviveram. “Eles ocuparam a serra central, mas não conseguiram expulsar os habitantes dos vales, pois estes possuíam carros de guerra feitos de ferro”.

Evangelizar os muçulmanos é proibido na Jordânia

 Aqueles que desafiam a lei para falar de Cristo podem enfrentar interrogatórios, agressões e ameaças

Evangelizar os muçulmanos é proibido na JordâniaA Jordânia ocupa o 27º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição e se localiza no Oriente Médio, na margem leste do rio Jordão. A nação faz fronteira com a Arábia Saudita, Iraque, Síria e Israel. Como estado independente, desde 1946, conquistou a Cisjordânia na guerra árabe-israelense de 1948. É uma das nações que assinou o acordo de paz com Israel. Para os cristãos, é uma terra hostil e violenta. O número de convertidos vem diminuindo no decorrer dos anos.
A Jordânia já foi um dos países mais livres da região, em termos de liberdade de religião, hoje, porém, a evangelização aos muçulmanos é proibida. Desafiar a legislação para falar de Cristo é perigoso na maioria das vezes. A Portas Abertas já recebeu relatos de que cristãos foram interrogados pela polícia, agredidos fisicamente e ameaçados de morte. Alguns são considerados “loucos” pela família por causa da fé e enviados para clínicas psiquiátricas.
No ano passado, Nahed Hattar, um escritor cristão foi morto a tiros, por um suposto muçulmano fundamentalista. O motivo da violência se deu por causa de uma publicação que ele fez, de uma caricatura considerada blasfema pelo islã. O escritor já estava enfrentando um julgamento e estava a caminho do tribunal na hora do incidente. Por conta desse cenário violento, o número de relatos sobre os cristãos que fogem do país por razões relacionadas à fé aumentou. Ore pela Igreja Perseguida na Jordânia.